Oficialização da minha aposentadoria…
5/12/2009Sei que já está tarde, mas é apenas para tornar oficial.
Deixei a profissão de designer/programador/desenvolvedor.
Agora dedico minha carreira ao setor financeiro privado.
Obrigado a todos pelas oportunidades e aprendizado.
O mundo moderno já dispõe para o mercado consumidor todos os tipos de produto que necessitam: artefatos para o lar, automóveis modernos, computadores de última geração e qualquer outro artigo que se possa imaginar. Assim, a maioria dos produtos, inclusive os mais avançados tecnologicamente, como computadores e aviões, são parecidos em termos de rendimento. Logo, um produto que tenha apenas a melhora do desempenho despertará pouco interesse nos clientes.
O caminho que as organizações devem seguir atualmente é expandir o mercado, considerando seus produtos como ponto de partida para resolver os problemas mais importantes dos seus clientes, satisfazendo uma ampla categoria de “necessidades de ordem superior”.
Estas necessidades não estão diretamente ligadas com a melhoria nos atributos ou na funcionalidade dos produtos, mas sim com tudo aquilo que o rodeia. Refletindo as necessidades dos clientes de melhorar a sua economia ao “usar” o produto.
Deve-se lembrar, entretanto, que as necessidades básicas ainda devem ser atendidas, sendo pré-requisito para se passar às de ordem superior. Segundo Richard Wise, “um negócio central eficiente e rentável, baseado em produtos e serviços de alta qualidade, confere a uma empresa a licença dos clientes para que se siga na resolução dos seus problemas”.
Para identificar estas necessidades de ordem superior, é preciso entender os problemas e prioridades mais urgentes dos clientes, alterando a cadeia de valor atual em que se vê o cliente do ponto de vista da necessidade de produtos para o cliente com necessidades de clientes, oferecendo junto com o produto, serviços de grande valor e fáceis de serem prestados ou reforçando a “afinidade emocional” nas iniciativas destinadas a aumentar o valor da marca.
O gênero humano, desde sua aparição na Terra, se vê às voltas com questões existencialistas concernentes a sua origem e seu futuro. Uma organização não pode se dar ao luxo de ter tais questões. Ela deve, no momento de sua criação, saber responde-las. A isso se denomina missão. Segundo BERKOWITZ, missão do negócio é “uma declaração que especifica o mercado e as linhas de produto nos quais um negócio concorrerá”.
Uma organização, qualquer que seja, existe para realizar algo. Fornecer educação, fabricar sapatos, emprestar dinheiro e assim por diante. Elas devem, segundo Peter Drucker, responder à cinco questões fundamentais para definir seu negócio. São elas: “Qual é o nosso negócio?”, “Quem é o seu consumidor?”, “O que é valor para o consumidor?”, “Qual será nosso negócio?”, “Qual deve ser nosso negócio?”.
Uma missão declaração de missão bem preparada proporciona a todo corpo da organização um senso único de direção, propósito e oportunidade, segundo Kotler. Ela funciona, nestes casos, como uma grande bússola, que orienta seus funcionários geograficamente dispersos a trabalhar independentemente, contudo, coletivamente coesos para atingir as metas da organização.
O texto “Miopia em Marketing” de Theodore Levitt, faz importante alusão à falta de uma missão corporativa à organização. Através do texto, pode-se concluir que a falta deste item, foi a causa da derrocada da indústria ferroviária e da quase quebra da indústria cinematográfica de Hollywood, assim como da indústria do Petróleo. Levitt, assim como muitos outros pensadores daquela época, conseguiram inserir no pensamento empresarial a importância da cuidadosa análise e definição do negócio da empresa.
A estratégia de marketing e a Internet
31/05/2007A Internet pode ajudar a estratégia de marketing de uma empresa de diversas maneiras. Ela permite principalmente que a empresa aumente sua presença e seu valor de marca no mercado. Também permite tornar um cliente em potencial em efetivo, pois ao fornecer informações durante o processo de tomada de decisão, aumenta a chance de escolha pelo produto/ serviço da organização.
É importante notar que as estratégias de internet marketing são orientadas para atrair o cliente, diferente do marketing tradicional, orientado para empurrar.
A Internet pode melhorar os serviços aos cliente, pois a natureza de auto-atendimento dos sites favorece uma economia de custos sem precedentes. À medida que os consumidores começam a utilizar a Internet, as empresas podem atendê-los sem altos custos de distribuição.
A rede oferece um meio rápido e, relativamente, barato de coleta e transferência de informações. Pois grande parte da informação institucional está disponibilizada em seus sites e seus clientes podem acessá-la sem custos para a empresa.
Sem dúvida, o maior potencial da presença na Web é o marketing direto, podendo-se disponibilizar on-line seu catálogo de produtos ou serviços evitando onerosos custos de impressão e postagem.
Contudo, ainda existe um grande receio da população para usufruir das praticidades que a Internet disponibiliza em nossas vidas. As pessoas ainda são temerosas ao preencher formulários com seu número do cartão de crédito ou dados pessoais. A mídia auxilia na dissipação deste medo com histórias como “pirataria computadorizada” ou “invasões hackers”. Sabe-se hoje que decifrar um número de cartão de crédito eletronicamente é muito mais difícil do que pegar um recibo com um número impresso nele.
Espera-se apenas que com o passar do tempo esta “nova” tecnologia possa entrar de vez no cotidiano das pessoas, assim como já é parte indispensável no cotidiano das organizações.